Há momentos em que parece que todo o mundo nos cai em cima. O trabalho acumulado, a dissertação por entregar, os problemas de saúde, as festas de família… Conto já três meses sem tempo para descansar, para sair, para ler um romance, para não ter de sentir, nem que por momentos, esta pressão que só uma atitude positiva impede de nos matar suavemente. O tempo urge e tudo tarda. Março e Abril serão, muito provavelmente, os meses mais exigentes que, até ao momento, enfrentarei. Difíceis, também. Mas nos dias que correm, quem não agradeceria tais dificuldades?










